quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Aplicativo de relacionamentos GLS 'Scruff' investe no Brasil
Com o sucesso dos aplicativos de relacionamentos, principalmente no Brasil, um voltado para o público GLS, o "Scruff", investe no país para aumentar a popularidade entre os usuários. Uma das medidas para aumentar a base de 500 mil usuários mensais foi abrir escritório no país e contratar um consultor de marketing. O aplicativo também receberá uma versão em português.
O "Scruff", que tem versões para iOS e para Android foi lançado em 2010 e, desde sua estreia, possui três cidades brasileiras entre as mais populares - São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - e cresceu 700% desde 2012, de acordo com a desenvolvedora do "app". No mundo são 5,5 milhões de usuários ativos e o desafio de aumentar a popularidade no país será responsabilidade de Kleyson Barbosa, que cuidará do marketing do "app".
O aplicativo permite que os interessados encontrem homens de modo simples, além de permitir escolher uma comunidade para se juntar e filtros para ajudar nas buscas.
De acordo com Jason Marchant, que criou o aplicativo ao lado de Johnny Scruff, o Brasil é um mercado importante e em crescimento. "Sentimos que é fundamental ter uma presença no mercado brasileiro para ajudar usuários do país e do resto do mundo a se conectarem. O Brasil é um dos principais mercados para o 'Scruff'. Ele tem a segunda maior base de usuários ativos mensais em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Com isto em mente, é importante que possamos continuar a expandir nossa presença no país".
A empresa afirma que ,desde a estreia do "Scruff" em 2010, o Brasil tornou-se um dos países mais populares, o que justifica uma tradução do serviço. "Os usuários no Brasil ajudaram a traduzir o aplicativo para o português desde o lançamento e temos tido uma forte presença no país desde então. Além do Brasil e dos Estados Unidos, os outros principais mercados são o Reino Unido, Taiwan e Espanha", diz Marchant. "Somos o primeiro aplicativo do mundo a criar comunidades tanto para os membros das Forças Armadas quanto para os transgêneros".
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