Por recomendação da polícia, nesse
período de final de ano, as pessoas precisam ficar atentas com os
estelionatários que se aproveitam para tirar dinheiro de incautos que na
ganância de ganhar dinheiro fácil são alvo fácil desses profissionais
do crime. Somente nas últimas horas, em dois golpes diferentes, os
falsários levaram R$ 8 mil.
No primeiro caso mãe e filha ao
saírem do banco Bradesco, perceberam que à frente delas outras duas
mulheres haviam “derrubado” uma pasta. Elas apanharam o objeto e ao
devolver, as falsárias elogiaram a “honestidade” das duas afirmando que
naquela pasta havia muitos chegues de diferentes valores.
Com
forte poder de persuasão as duas criminosas convidaram mãe e filha para
almoçar em um restaurante e num determinado momento conseguiram afastar
uma da outra. Foi então que uma delas apanhou a bolsa onde havia R$ 6
mil, sacados a poucos minutos do banco e as duas desconhecidas
desapareceram.
Golpe do bilhete
O outro recente
golpe foi o do bilhete premiado, esse já aplicado dezenas de vezes na
cidade e mesmo assim as pessoas caem na lábia dos golpistas. Um cidadão
na saída da agência da Caixa Econômica Federal (CEF) foi abordado por um
desconhecido que se dizia analfabeto e morador de outra cidade,
afirmando que estava com um bilhete premiado na mão.
Um comparsa
chega entra na conversa, pega o bilhete e garante que ele é mesmo
premiado. Então os dois convencem o incauto a dividir o prêmio e pedem
para que a vítima saque uma quantia em dinheiro como garantia. A pessoa
foi até o caixa, sacou R$ 2 mil e entregou aos bandidos. O resultado é
óbvio: na primeira oportunidade os bandidos desaparecem.
Cuidados
Registros
de estelionato tendem a aumentar nesta época do ano, o que demanda
atenção redobrada da população, conforme alerta a polícia e os alvos
preferidos são os idosos, que são mais vulneráveis e que se deixam
enganar por esses profissionais do crime que possuem grande poder de
convencimento. Geralmente ficam observando a movimentação do banco para
dar o golpe na pessoa certa.
Para garantir maior credibilidade ao
crime e ludibriar as vítimas, agem em duplas ou trios que fingem que
não se conhecem e se colocam na mesma posição do incauto, o que aumenta a
chance de convencimento. Diante da possibilidade do ganho fácil, a
vítima se deixa enganar, acredita na história contada e entrega dinheiro
nas mãos dos marginais.
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