Desde que o caso foi notificado, a VAS já tem realizado todas as ações necessárias para evitar a proliferação da doença no Município. O objetivo das ações é quebrar o ciclo de transmissão da dengue que se dá da seguinte maneira: mosquito local se infecta ao picar uma pessoa doente e transmite para outra pessoa sadia.
De acordo com a Avaliação de Densidade Larvária (ADL), realizada em
janeiro deste ano, os principais recipientes que estão em condições de
se tornar criadouros de mosquitos, nos domicílios da Cidade, continuam
serem aqueles que têm utilidade para os moradores como: latas, potes,
bebedouros, pratos e vasos de plantas, entre outros. Na oportunidade,
por causa da estiagem, 1,2% dos mais de 2,8 mil imóveis visitados tinham
a presença de larvas do mosquito, o que representa sinal de alerta.
“Por isso orientamos a população a redobrar a atenção a partir de
agora, não deixando recipientes em condições de acumular água parada,
pois as chuvas dos últimos dias já são suficientes para encher estes
recipientes disponíveis e contribuir para o aumento da infestação do
aedes aegypti”, argumenta Valdinei Moraes Campanucci da Silva,
supervisor de serviços de saúde ambiental e animal.
Em 2013 foram confirmados em Botucatu 19 casos importados de dengue
e outros dois autóctones. Nenhum óbito relacionado à dengue foi
registrado em Botucatu. São 602 municípios do Estado de São Paulo
infestados pelo mosquito transmissor e 542 tiveram a transmissão da
doença no último ano.
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