A mais aplaudida, entre as autoridades, foi a juíza Carine Labres. Apresentando-se num vestido de prenda verde (foto abaixo), com detalhes em branco, perguntou que “tipo de medo foi acionado”, entre os tradicionalistas, quando foi proposto o casamento misto num CTG.
— Resolveram, tal qual a inquisição medieval, queimar aquilo que simbolizava sua intolerância e incompreensão — ressaltou a magistrada, referindo-se ao incêndio. A juíza de Direito que ousou desafiar a parcela mais conservadora do tradicionalismo gaúcho define-se como uma magistrada que veio “para fazer a diferença”, não deixar a carreira “passar em branco”.
Carine Labres, 34 anos, entende que não deve se limitar ao gabinete, mas interagir com a população, especialmente em favor das minorias.

Foto: Carlos Macedo, Agência RBS
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