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O presidente do sindicato, Miguel Ferreira da Silva, já assinou 55 rescisões. Hoje, mais 55 metalúrgicos serão desvinculados da empresa. No próximo dia 22, haverá outras 55 demissões e, três dias depois, o mesmo número de funcionários serão desligados. Silva acredita que o motivo do corte é a falta de pedidos. “O prefeito de São Paulo, por exemplo, exige ônibus com ar condicionado e a União passou o limite de financiamento de 80% para 50%”, justifica.
O presidente da entidade afirma que não há o que fazer. “Quem tem de tomar uma atitude é o governo federal e estadual. Não é só a Induscar Caio que passa por uma crise. A Irizar havia feito uma redução de jornada e salários, mas decidiu enviar 80 trabalhadores para a Espanha.
Silva acrescenta ainda que não há irregularidades trabalhistas envolvendo a Induscar Caio.
“Eles estão mandando embora e pagando tudo certinho. Inclusive, os funcionários estavam recebendo tudo corretamente antes das demissões”, pontua. Já a assessoria de imprensa da empresa informa que o mercado já caiu 27% e não parou por aí. Além disso, a montadora reforça que tem o corte dos colaboradores como último recurso
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