Para a Parada, a expectativa é que em sua 13ª edição a marca de público registrada no ano passado
seja superada. “Acreditamos que mais de 85 mil pessoas marquem presença
na orla da praia de Pajuçara, não apenas para desfilar sua alegria, mas
também para fazer reivindicações”, disse Nildo Correia, presidente do
Grupo Gay de Alagoas (GG/AL). O ponto de concentração será a orla de
Pajuçara, em frente ao hotel Enseada, a partir das 12 horas
Segundo Allex Sanders Porfírio, presidente do Centro de Cultura
e Estudos Étnicos Anajô – entidade vinculada aos Agentes de Pastoral
Negros do Brasil (APNs), a intenção deste Ciclo é conscientizar as
pessoas sobre os problemas enfrentados por quem sofre preconceito por
sua orientação sexual. “Queremos que a Parada deixe de ter esse ar de
carnaval fora de época. Precisamos fortalecer o ato público, para que
ele não seja encarado apenas como uma festa”, disse ele.
Entre os destaques da programação deste ano está o I Seminário Estadual de Direitos Humanos: “Juntos traçando novas estratégias
de combate a homolésbotransfobia, machismo, racismo e extermínio de
jovens negros”; 1º Festival de Cultura LGBT de Alagoas (23 e 24); Ato
Inter-religioso; II Workshop de Fortalecimento das Ações de Prevenção às
DSTs/AIDS, Hepatites Virais e Direitos Humano.
Entidades participantes
O evento é uma realização das entidades: Grupo Gay de Alagoas; Associação Nacional
de Militares das Forças Armadas; Associação dos Homossexuais do
Complexo Benedito Bentes; Central de Movimentos Populares; Centro de
Cultura e Estudos Étnicos Anajô; Espaço Cultural Casa de Iemanjá; Grupo
Direito a Vida; Grupo Gay de Maceió; Grupo de Gênero e Identidade; Blog
Diversidade; Grupo de Pesquisa Gênero, Família e Desenvolvimento Humano
da UFAL; Espaço Cultural Lá Rosa Mossoró; Blog Flávio Cansanção; Trupe
Drag de Alagoas; Centro Acadêmico Florestan Fernandes; Ciências Sociais
da UFAL e Afinidades GLST/AL.
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